10 mitos sobre microsserviços

23 de dezembro 10 mitos sobre Microservices, que muitas vezes ouvimos acreditar que é verdade.

Micro-serviços tornou-se um tema muito quente na última meia década. Depois de Agile, DevOps, seus microsserviços que ouvimos em todos os lugares que eu vou. A coisa infeliz que eu testemunhei, porém, é que toda organização e cada pessoa nessa organização tem sua própria definição do que é um Microservice. Assim como o caminho, o ímpeto de Agile e DevOps são abusados por causa do status de cult alcançado, os Microservices também parecem ter caído no mesmo bandwagon.

Este post é sobre como gravar os 10 principais mitos que frequentemente ouvimos sobre Microservices para acreditar que é verdade. E aqueles mitos frequentemente ouvidos são:

  1. Microservices é o termo chique para SOA
  2. Gerenciando microsserviços são mais fáceis do que gerenciar um monolito
  3. Adote microsserviços para que você possa evitar as práticas do XP (especialmente com o TDD)
  4. Microservices implica desenvolver e implantar um aplicativo usando um framework web como o Spring-boot.
  5. Microservices são pequenos aplicativos compartilhando um DB comum
  6. Microservices são aplicativos construídos usando certas ferramentas.
    * SpringBoot / DropWizard, Docker e K8 em uma plataforma Java
    * Flask, Docker e K8 em uma plataforma Python
    * Koa / ExpressJS, Docker e K8 em uma plataforma Javascript
  7. Microservice é uma bala de prata para sistemas escalonáveis
  8. Construindo microsserviços FORÇAS VOCÊ pensa em construir seus aplicativos de uma maneira mais modular
  9. Construindo um Monolito e construindo microsserviços não são paradigmas diferentes
  10. O mais inteligente é começar a construir seus sistemas desde o início.

Se você acredita que qualquer um dos mitos acima é verdade, você deve entender o que está certo, pegando um livro certo ou esperando até o próximo post onde eu pretendo explicar esses mitos.

Deixe-me saber o que você pensa como comentários para este post ..

Este post do blog também é publicado no meu outro canal de blog – Codonomics