O design é arte depois de tudo

Uma meditação sobre a dança entre design e intuição

Liam Spradlin Blocked Unblock Seguir Seguindo 19 de dezembro de 2018

Quando eu pinto … Eu olho para ele e digo: "O espaço naquele canto precisa de um pouco de azul", e então eu coloco meu azul lá em cima e então olho para lá e parece azul por lá então eu levo meu pincel e eu o movo para lá e também deixo azul lá.

Esta citação, e a passagem ao redor de A Filosofia de Andy Warhol, ficou comigo por anos. Quando o li pela primeira vez, pareceu sugerir um tipo de poder artístico intuitivo que eu ainda não conseguia acessar – uma certa maneira de ver seu próprio trabalho que permitia que o trabalho existisse em conversa com você como criador.

No trecho completo, Warhol descreve seu processo de mover o pincel azul ao redor da tela até que tudo pareça certo, fazendo a mesma coisa com o pincel verde, dando uma olhada e decidindo quando a pintura foi feita. Pelo seu valor aparente, esta descrição pode fazer parecer que uma pintura foi imprudente ou não planejada, mas acho que a verdade é que essas pinturas eram personificações de uma espécie de instinto aprendido para compor imagens.

E, como as pinturas de Warhol, o design de tipos ilumina um método poderoso de composição intuitiva que pode ser aplicado em todas as disciplinas de design.